Coff..ehh...cultura pop...pra quem gosta de mela-cueca...
Love tender
Finalmente eu estava fora de tudo aquilo, longe da minha casa, do meu bairro e dos meus pais.
Estava precisando de umas férias, férias do meu patrão, dos computadores e principalmente da minha família e amigos.
Aeroporto de Londres. Finalmente me senti realmente a salvo de todo aquela rotina que eu não agüentava mais. Longe do calor insuportável do rio de janeiro.
Sentia um frio intenso. Já era a terceira vez q estará naquele lugar e nunca tinha sentido tanto frio.
- Pra onde vai?
Perguntou o bigodudo motorista.
- Hotel carlton, por favor. Sabe...Já tinha me esquecido como fácil pegar um táxi aqui em Londres.
- Espanhol?
- Não senhor sou brasileiro.
O bigodudo motorista que lembrava bastante o clássico detetive poirot me lança um olhar curioso. Ele não deveria conhecer muitos brasileiros.
- Meu jovem, você se importa se ligar a radio.
- Claro que não e um prazer.
Por todo caminho fui ouvindo aquelas velharias cultuadas britânicas, enquanto a neve teimosa cobria os vidros do Mercedes.
Não sabia o verdadeiro motivo, mas sentia falta de alguém. Não sabia quem era ao certo, mas estava faltando alguém.
Eu sempre acreditei que o amor aparece quando a gente menos espera, eu sempre levei isso a serio, mas algo me dizia que meu amor estava em Londres, provavelmente porque fazia parte de um velho sonho de consumo: uma jovem menina londrina de cabelos ondulados fã de beatles e ouras bandinhas...Mas sabe...Nunca poderia manter um relacionamento com alguém que não morasse no Brasil, mesmo assim alimentava esse sonho por anos
Mas naquele bar na sexta feira à noite, fez mudar todo um conceito já determinado por mim de situações perfeitas, que dizia o seguinte: contente se apenas em sonhar, pois o amor perfeito nunca se encontrara na situação perfeita.
Eu estava feliz, sentado de frente ao balcão, fumando um cigarro e ouvindo allison na minha cidade predileta...Sozinho. Pois certamente os melhores momentos da vida, diferente do que se imagina, são passados e aproveitados sozinho. O único problema e que eu mal sabia que a partir desta noite, eu mudaria grande parte dos meus conceitos sobre amor e solidão.
-Brasileiro?
Soou essa pergunta no ar como um dejavu da noite passada dentro da Mercedes. Só que desta vez a pergunta vinha de alguém que fez minhas pernas tremer, pois as mulheres sempre tiveram uma grande influencia sobre a inércia das minhas pernas. Era bonita, inglesa, claro, seu rosto parecia familiar. E respondi de um modo meio que robotico.
- A sim sou...Claro.Como sabe?
- Seu sotaque ao cantar, sabe...E feio...
- A claro...Eh.Sim. Quer dizer.Ta.
- Hector...Prazer.
- Hehe belo nome...Há...Sou brasileira também, Anna prazer.
E ali ficam os dois, conversando sobre as canções que tocam no radio naquela hora, sobre a vida das borboletas sobre qualquer coisa, sobre nada, e tudo...Tinhas tudo em comum eramos as mesmas pessoas tinhamos o mesmos sonhos ideias ,parecíamos antigos amigos. Mas todos os curiosos assuntos daquelas duas almas envergonhados foram se tornando desinteressante, quando ele olha para o relógio e percebe que já são quase 4:00.
- Acho que e melhor ir andando, esta um pouco tarde, e amanha tenho um longo dia pela frente.
- Estou quase que diariamente aqui, à toa, se sentir falta de um assunto brasileiro e só aparecer aqui esta hora.
- Ok, então ta certo, alias...Onde você morava no Brasil, esqueci de perguntar?
- Ahhh..claro! Tijuca....
Essa simples palavrinha, ecoou por todas as partes do seu corpo e foi se alojar diretamente em sua espinha, onde sentiu um calafrio. Parou, pensou. Decidiu pensar em casa, ok.
Ta quase na hora levantar! Mas sinto que não preguei os olhos a noite toda, felizmente preguei, mas não por mais de 5 minutos. Eu sabia o porque. Mas queria me perguntar e esconder de mim mesmo a verdade, pois quem sabe consigo uma uma resposta melhor que eu já tenho. Ela era a Anna, meu amor de adolescência, filha do diretor. Viajou pra Londres quando fez 18 anos. E nunca mais tinha me dado noticias. So poderia ser ela.
Love tender
Finalmente eu estava fora de tudo aquilo, longe da minha casa, do meu bairro e dos meus pais.
Estava precisando de umas férias, férias do meu patrão, dos computadores e principalmente da minha família e amigos.
Aeroporto de Londres. Finalmente me senti realmente a salvo de todo aquela rotina que eu não agüentava mais. Longe do calor insuportável do rio de janeiro.
Sentia um frio intenso. Já era a terceira vez q estará naquele lugar e nunca tinha sentido tanto frio.
- Pra onde vai?
Perguntou o bigodudo motorista.
- Hotel carlton, por favor. Sabe...Já tinha me esquecido como fácil pegar um táxi aqui em Londres.
- Espanhol?
- Não senhor sou brasileiro.
O bigodudo motorista que lembrava bastante o clássico detetive poirot me lança um olhar curioso. Ele não deveria conhecer muitos brasileiros.
- Meu jovem, você se importa se ligar a radio.
- Claro que não e um prazer.
Por todo caminho fui ouvindo aquelas velharias cultuadas britânicas, enquanto a neve teimosa cobria os vidros do Mercedes.
Não sabia o verdadeiro motivo, mas sentia falta de alguém. Não sabia quem era ao certo, mas estava faltando alguém.
Eu sempre acreditei que o amor aparece quando a gente menos espera, eu sempre levei isso a serio, mas algo me dizia que meu amor estava em Londres, provavelmente porque fazia parte de um velho sonho de consumo: uma jovem menina londrina de cabelos ondulados fã de beatles e ouras bandinhas...Mas sabe...Nunca poderia manter um relacionamento com alguém que não morasse no Brasil, mesmo assim alimentava esse sonho por anos
Mas naquele bar na sexta feira à noite, fez mudar todo um conceito já determinado por mim de situações perfeitas, que dizia o seguinte: contente se apenas em sonhar, pois o amor perfeito nunca se encontrara na situação perfeita.
Eu estava feliz, sentado de frente ao balcão, fumando um cigarro e ouvindo allison na minha cidade predileta...Sozinho. Pois certamente os melhores momentos da vida, diferente do que se imagina, são passados e aproveitados sozinho. O único problema e que eu mal sabia que a partir desta noite, eu mudaria grande parte dos meus conceitos sobre amor e solidão.
-Brasileiro?
Soou essa pergunta no ar como um dejavu da noite passada dentro da Mercedes. Só que desta vez a pergunta vinha de alguém que fez minhas pernas tremer, pois as mulheres sempre tiveram uma grande influencia sobre a inércia das minhas pernas. Era bonita, inglesa, claro, seu rosto parecia familiar. E respondi de um modo meio que robotico.
- A sim sou...Claro.Como sabe?
- Seu sotaque ao cantar, sabe...E feio...
- A claro...Eh.Sim. Quer dizer.Ta.
- Hector...Prazer.
- Hehe belo nome...Há...Sou brasileira também, Anna prazer.
E ali ficam os dois, conversando sobre as canções que tocam no radio naquela hora, sobre a vida das borboletas sobre qualquer coisa, sobre nada, e tudo...Tinhas tudo em comum eramos as mesmas pessoas tinhamos o mesmos sonhos ideias ,parecíamos antigos amigos. Mas todos os curiosos assuntos daquelas duas almas envergonhados foram se tornando desinteressante, quando ele olha para o relógio e percebe que já são quase 4:00.
- Acho que e melhor ir andando, esta um pouco tarde, e amanha tenho um longo dia pela frente.
- Estou quase que diariamente aqui, à toa, se sentir falta de um assunto brasileiro e só aparecer aqui esta hora.
- Ok, então ta certo, alias...Onde você morava no Brasil, esqueci de perguntar?
- Ahhh..claro! Tijuca....
Essa simples palavrinha, ecoou por todas as partes do seu corpo e foi se alojar diretamente em sua espinha, onde sentiu um calafrio. Parou, pensou. Decidiu pensar em casa, ok.
Ta quase na hora levantar! Mas sinto que não preguei os olhos a noite toda, felizmente preguei, mas não por mais de 5 minutos. Eu sabia o porque. Mas queria me perguntar e esconder de mim mesmo a verdade, pois quem sabe consigo uma uma resposta melhor que eu já tenho. Ela era a Anna, meu amor de adolescência, filha do diretor. Viajou pra Londres quando fez 18 anos. E nunca mais tinha me dado noticias. So poderia ser ela.
